sexta-feira, 3 de julho de 2009

Encontros noturnos

A boemia não perdoa. Os credores, idem. E os cobradores, muito menos. Três e trinta de sexta-feira. Madrugada quente no inverno muriaeense. Adalberto não quis ficar em casa. “Só tem gente chata lá”. Pegou R$ 10 e saiu. Queria encontrar a galera. Mas quem o encontrou foram quatro balas de revólver. “Devia ter ficado com a gente chata”. O assassino sumiu. Menor de idade, assim como Adalberto. Daqui a pouco, acaba sendo encontrado. Sabe disso. E vai ficar quieto em casa.

Um comentário:

  1. Extra! Extra! Extra!!!

    Pra não ficar chateado em casa, sai e pega o balaço do dia!!!

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