quinta-feira, 9 de julho de 2009

Clóvis, um visionário

A ficção científica sempre foi a paixão de Clóvis. Adora H.G. Wells. E Isaac Asimov. Não fosse médico, seria escritor. Ou cineasta. Gostava de tudo nesse gênero. Das viagens no tempo à vida extraterrestre. Seu maior xodó, no entanto, eram os ciborgues. Desafiar os limites do ser humano. “Onde começa a máquina e termina o homem?” Até arriscava umas linhas. Tinha vergonha do resultado. Mas estava decidido. Iria criar alguma coisa. E o destino de sua obra seria a posteridade. Resolveu parar de filosofar. Pôs a mão na massa. Do primeiro paciente que apareceu. Um homem de 52 anos. Implantou-lhe uma vara de platina. Coisa de uns 25 centímetros. Inserida no meio do pé. “Vai pisar mais forte agora”. O neo-andróide não achou legal. Sua parte humana sentiu dores. Foi ao UHA (Único Hospital que Atende) em Muriaé. Chamou a PM. Clóvis desapareceu. Está preocupado. Com o futuro da humanidade. Se for preso, vai ficar difícil ajudar John Connor quando o Exterminador do Futuro aparecer.

Um comentário:

  1. AHAHAHAHAHAHAHA
    "que m... que ele fez"
    Devia ter deixado a parte humana em minoria...

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